Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

30ª Maratón de Sevilla - 23/02/2014

30ª Maratón de Sevilla - 42 km

 

PosDorsalcategoriaNombreClubOficialReal 
228 484 D Veterano M 35 JOÃO MANUEL TEIXEIRA CHAVES RUNNING TEAM 02:50:11 02:49:27  
1360 330 D Veterano M 35 JOÃO FELISBINO OLIVEIRA CHAVES RUNNING TEAM 03:14:39 03:13:34  
1361 539 D Veterano M 35 JOÃO CARLOS DIAS CHAVES RUNNING TEAM 03:14:39 03:13:32  
1363 3149 C Senior M APRIGIO ALEXANDRE CHAVES CHAVES RUNNING TEAM 03:14:39 03:13:35  
1364 3150 G Veterano M 50 APRIGIO ANTONIO CHAVES CHAVES RUNNING TEAM 03:14:39 03:13:34
Fotos e Diplomas: http://sportmaniacs.com/clasificacion/30-maratn-de-sevilla

publicado por ChavesRunningTeam às 10:18
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

“O meu objectivo é chegar cada vez mais longe, penso sempre: se os outros conseguem, eu vou tentar também, se não conseguir, tento até onde posso chegar”

Depois de um ano de 2013 em grande, com o triunfo na ultramaratona Spartathlon, de 245,3 km, em Atenas, Grécia, em final de Setembro, o novo ano começou da melhor forma para o flaviense João Oliveira, com o triunfo ultramaratona TransOmania, no Omã, de 300 km, em final de Janeiro. Depois de 300 km a correr sem parar, e de regresso a Portugal, João Oliveira contou À Voz de Chaves como correu mais uma prova do seu talento, mas também falou da sua carreira, e dos objectivos para o futuro.

Enquanto-atleta-da-AD-FlaviA Voz de Chaves: No início desta ultramaratona mostrava-se apreensivo, com alguns problemas físicos, mas a verdade é que chegou ao final no primeiro lugar…

João Oliveira: Tinha um problema, que ainda tenho, que é a acumulação de ácido láctico na perna. Fui tratado pelo massagista do Desportivo de Chaves, o enfermeiro Gualter Rodrigues, que foi excelente, que permitiu chegar à prova muito mais confiante. Não fui a pensar em vencer, mas sim em estar próximo do pódio.

Porque decidiu embarcar nesta aventura de fazer uma ultramaratona no deserto?

Tinha conhecimento que o Carlos Sá, o Telmo Veloso e a esposa dele tinham corrido no deserto por etapas. Eu não gosto desse tido de provas, pois quando começo uma corrida gosto de a acabar, independentemente do tempo que demore e da extensão. Apareceu esta primeira edição de longa distância ‘non-stop’ neste tipo de terreno. Recebi o convite, e tive, claro, de pagar tudo na mesma, mas aceitei. Como já era atleta de montanha e campeão de estrada, só faltava mesmo o desafio no deserto.

Como foi essa experiência de correr no deserto?

Nunca tinha visto uma duna. A única que tinha visto foi numa prova na Lagoa de Óbidos, onde alguns corredores disseram que a parte mais difícil foi as dunas e eu pensava que tinha corrido apenas na praia, e explicaram-se que eram os altos e baixos. Quando cheguei ao deserto, que foi já a partir dos 135 km de prova, é que vi o que era uma duna, pois para subir uma, demorava cerca de 20 minutos e aí sim, pensei, isto é que é uma duna. Sabia que ia ter dificuldades, mas nunca pensei que teria tantas.

Teve algumas peripécias pelo caminho nestes 300 km?

Tive de correr com uma mochila às costas, com cerca de seis quilos, algo que não estava habituado, pois a única vez que corri com mochila foi na tropa com armas. Tinha de levar para a prova material obrigatório, mais abastecimento, água, produtos sólidos, baterias, bússola, mantas, saco cama, material de enfermagem, entre outros. Corri acima dos 30 graus, pela primeira vez, e cheguei a meio a pensar, o que ando aqui a fazer, mas também pensei, sinto-me bem das pernas, apesar da dor nas descidas, e vou na frente, o que significa que os que vêm atrás são piores.

Acabou por perder-se na prova…

Foi-nos dito antes da corrida que se corrêssemos 1,5km sem vermos as balizas de sinalização era porque estávamos perdidos. Depois de passar o ponto 6, sabia que o ponto 7 estaria a 28 km, mas cheguei a uma altura em que deixei de ver placas e a última que tinha visto não tinha direção, pois os camelos do deserto tinham comido as placas. Como não tinha direção, corri para a frente e depois de 1,5km voltei para trás, depois corri para a esquerda, voltei a não encontrar nenhuma placa e pensei que seria para a direita, voltei para trás, corri para a direita e voltei a não encontrar nada. Optei por ficar à espera do segundo classificado, o sueco, que entretanto chegou e felizmente tinha um GPS. Entre o ponto 7 e ponto 8 voltei a correr sozinho, mas deixaram de haver novamente placas e optei por esperar novamente pelo sueco e fiquei sempre perto dele. Ele tinha um ritmo certo, mas mais lento que o meu, no entanto, foi uma boa opção.

Porque não levou GPS para a ultramaratona?

Primeiro porque não tinha nenhum GPS daquele tipo. Depois, não o comprei pois sabia que havia balizas de sinalização, e nunca pensei que os camelos comessem as placas.

Decidiram terminar a prova juntos, porquê?

Ao longo dos quilómetros que corremos juntos, ele também precisou da minha ajuda, pois ao subir uma duna, teve uma cãibra. Eu ia mais à frente, mas ouvi-o gritar e fui assisti-lo. Ele consumia muita coca-cola, em vez de água, e começou a arrotar muito e a ter vómitos. Tive que lhe dar a minha água pois ele já não tinha. Em relação à comida, ele comia muitas vezes umas gomas e ele quis experimentar as broas de mel que eu levava, que são feitas por encomenda. A partir daí partilhamos também a comida. A faltarem 20 km, por ideia dele, propôs terminar a prova juntos, e aceitei. A partir daí deixou de haver competição entre nós, apenas chegarmos juntos o mais depressa possível ao final.

Que tipo de apoios tem conseguido?

Em termos de apoios, não tive nenhum. Em material, gastei cerca de 200 euros. Tive alguns descontos, no saco cama graças ao Sr. Aprígio, e também nas sapatilhas, um desconto enorme. Desde que tenho conseguido bons resultados, não consegui ainda nenhum patrocínio, mas em termos de materiais, em lojas particulares, consegui enormes descontos, o que é excelente para mim. Espero que continuem a aparecer descontos e o ideal era surgirem patrocínios. Para esta prova, foi preciso gastar 1790 euros de inscrição, 717 para a viagem ida e volta, mais o material, o que envolveu quase 3000 euros. O beneficío para mim é de chegar ao fim, mas Portugal é que beneficiou, pois lá não era ‘o João Oliveira’, mas sim que ‘o português vai em primeiro’, e ‘o português ganhou’.

Qual é a realidade dos ultramaratonistas nos outros países?

Em Portugal estamos bastante atrasados, mas mesmo muito. Vê-se isso nos mundiais, pois vamos poucos atletas e não somos reconhecidos. Noutros países vêm-se os atletas a serem recebidos pelos embaixadores naqueles países. Em termos de carro de apoio, todos têm, como os coreanos, os japoneses e chineses, que estão muito avançados e têm muitos ultramaratonistas, levam um tradutor, médico e os resultados não são de destaque, apenas chegam todos ao fim. Os portugueses conseguem ter atletas nos cinco primeiros e não têm este tipo de apoio, é uma grande diferença. É uma cultura desportiva que nós estamos muito aquém.

As maratonas são provas com muito destaque mediático, enquanto as ultramaratonas não têm tanto mediatismo, os ultramaratonistas percebem porquê?

As maratonas de estrada continuam em peso, onde há mais atletas, mas nos últimos cinco anos, existem cada vez mais nos trailers de montanha. Antes eram 70 ou 80, hoje consegue-se em Portugal cerca de 200 atletas para correr 100 km. Há cada vez mais reconhecimento para com os ultras. A única diferença é que nas maratonas existe dinheiro, enquanto nos ultramaratonistas apenas o reconhecimento de chegar ao fim, pois fazemos 100, 150 ou 200 km por uma medalha.

É uma mentalidade diferente entre maratonistas e ultramaratonistas?

É muito diferente. Percebe-se pela participação, pois nas ultramaratonas não vemos nenhum africano a correr. E provavelmente têm capacidade de resistência e velocidade para correrem estas provas. Mas não há recompensa monetária.

Além de não haver prémio não tem conseguido trazer os troféus que conquista…

É verdade, tenho tido pouca sorte. Em Atenas, no campeonato do mundo de estrada, o troféu de primeiro lugar foi uma oliveira pequena, num vaso e não queriam deixar passar no aeroporto por causa da terra. Teve de vir para Portugal sem terra. Agora o troféu de primeiro lugar nos 300 km ficou também retido na alfândega, pois eles consideraram uma arma. Mas era um objectivo típico daquele local. Acabamos por correr apenas pelo prazer, pois o prémio fica lá na mesma nos sítios onde vamos [risos].

Numa corrida deste tipo, seja de 100 ou 300 km, como consegue definir que ritmo impor, ou que estratégia adoptar?

O ritmo depende do corpo. Não gosto de por muito protector solar, ou usar óculos, porque nós gerimos o esforço pela temperatura do corpo. O protector ajuda contra o sol, é verdade, mas a longas distâncias vai neutralizar a capacidade de esforço, ou seja, dá-nos a sensação de fresco, quando estamos quentes, e depois dá-se uma quebra e o atleta não percebe. Se sinto que estou quente, abrando, se me sentir frio, acelero. Corro conforme o corpo me pede.

Prefere correr sozinho ou acompanhado?

Quem corre nos primeiros lugares já sabe que terá de correr sozinho. Para correr acompanhado tem que se ceder à passada dos outros, pois temos de ir ao mesmo ritmo, o que nos cansa a nós. Todas as provas ultras são solitárias.

Todas estas estratégias estão ligadas também a um factor psicológico, além do físico.Tem formação na área, isso é importante?

Eu diria que é fundamental. Por exemplo, ter que gerir o esforço face à temperatura corporal. Se está calor abrandar, mesmo que nos sintamos bem, e com frio, mesmo cansados, correr mais, para não entrarmos em hipotermia. No deserto então, era perigoso, e nós corríamos mais à noite, para evitar a hipotermia. É preciso conhecer bem os sintomas do corpo, ter muita experiencia de corrida, para passar dificuldades, e saber o que significam os sintomas. É preciso um grande conhecimento de psicologia corporal.

Em termos de treinos, como prepara uma ultramaratona?

Eu faço em média, por dia, entre 45 a 50 km por dia, mas não seguidos, de manhã, o treino de força, e à noite, um treino mais progressivo, que tento fazer em grupo, e que é mais longo. As pessoas por vezes não gostam de sofrer, mas um ultra tem de sofrer. Se na nossa vida não tivermos um pouco de sacrifício para atingir os nossos objectivos não conseguimos.

Qual é a realidade do atletismo em Chaves?

O grupo tem sido sempre o mesmo, praticamente. Desde pequeno que têm sido as mesmas pessoas nas corridas e um dia que desapareça esta geração não sei se haverá uma próxima, pois não há grande incentivo para o atletismo, e já houve. Outeiro Seco, Abobeleira, Faiões, o Desportivo de Chaves e a AD Flaviense também já tiveram atletismo e atualmente há o ‘Chaves Running Team’, que junta todos os atletas. Gostaríamos que aparecessem novas caras, seja de que idade. O desporto faz falta à cidade, pois é sinónimo de cultura, e Chaves, em termos de cultura de atletismo, está muito fraco.

Onde começou a ‘loucura’ pela corrida?

Os meus pais nunca tiveram muitas posses, e eu muito novo ia de Santa Cruz Trindade até aos Aregos a correr, com a mochila às costas, para a escola. Ia e vinha todos os dias, mesmo com chuva. Tentava conseguir chegar aos Aregos o máximo de vezes possível sem parar, o que era difícil, pois parava sempre. Entrei depois para a vida militar e eles viam que tinha gosto para a corrida e puseram-me nos 5000 e passei rapidamente para os 10000 metros. Em Chaves, ganhei uma vez uma corrida na Madalena, e convidaram-me para começar a correr com eles. Foi nessa altura que comecei a ganhar o gosto pela corrida, aos 19, 20 anos.

Como foi evoluindo o tipo de distância a correr?

Fiz uma meia maratona em Lamego, que foi até a última edição desta prova, muito difícil, a subir, e naquela altura fazia-se 1h24 minutos, com poucos atletas a participarem. Depois, em Viseu, fiz outra meia-maratona, mais ‘soft’. E mais tarde, um professor, o Sr. Cândido, disse que tinha o sonho de fazer uma maratona, e eu disse que também queria ir, mas ele acabou por não ir e fui sozinho, em 2001, à Maratona de Lisboa. Fiz um tempo de 3h04 minutos. Mais tarde recebi um papel onde informava que numa maratona em Abril, se acabasse abaixo das três horas, além da medalha recebia um trofeu. Comecei a treinar intensivamente para baixar quatro minutos. Diziam-me que era muito tempo para melhorar, mas corri e fiz 2h59 minutos, um excelente tempo. Fiquei muito contente e comecei a ter gosto pelas maratonas e deixei de fazer tantas meias-maratonas. Dentro das maratonas, conheci os ultramaratonistas.

Ia encontrando objectivos para se superar?

Quando corri uma meia-maratona não sabia quantos quilómetros tinha. Fui correr a Lamego com o sr. Mário, do Santo Amaro, e nunca tinha feito mais do que um corta-mato, que tem 7 ou 8 km. Pensei que a meia tivesse uns 12 km. Durante a corrida, fui vendo os quilómetros a passarem e perguntei-lhe quantos quilómetros tinha, ao passarmos os 15 km, e fiquei surpreendido quando descobri que ainda faltavam seis. Quando fui correr uma maratona, já perguntei antes quantos quilómetros tinha [risos]. Tive sempre o objectivo de reduzir os tempos que fazia e procurar os lugares de troféus. Na segunda edição da Maratona Carlos Lopes, fiquei como quarto melhor português, 11º lugar na geral, o meu melhor tempo em maratona que consegui. Houve alguém mais tarde, com quem treinava quando estudava no Porto, que me disse que recuperava muito rápido, e me inscreveu numa prova de 100 km, que nem sabia que existia. Nessa prova fiz 119 km, pois perdi-me durante a prova, mas acabei perto dos 30 primeiros. No ano seguinte voltei com o objectivo de melhorar e fui ao pódio, com um terceiro lugar. Ir ao pódio passou a ser o meu objectivo nas provas.

Sentiu que as ultramaratonas é onde consegue melhores resultados?

Fui-me apercebendo que tinha mais rendimento em longa distância, conseguindo manter a mesma velocidade. Mesmo quebrando, recuperava muito depressa. Eu não tinha noção disso, mas com quem treinava avisaram-me, pois notava que após os treinos demorava pouco tempo para voltar a estar bem. Lancei-me nesta modalidade e os resultados estão a aparecer cada vez melhores. Estou-me a tornar num bom atleta, não sou o melhor, mas estou a gostar dos resultados e a sentir-me bem. O meu objectivo é chegar cada vez mais longe. Penso sempre, se os outros conseguem eu vou tentar também, se não conseguir, tento até onde posso chegar. Depois de ganhar a ultramaratona da Grécia, disseram-me para descansar, mas soube que havia uma de 300 km e decidi ir, e consegui vencer também.

Diogo Caldas

 

publicado por ChavesRunningTeam às 09:30
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 4 de Fevereiro de 2014

Regresso de João Oliveira a Chaves - Jantar de Homenagem

 

 

publicado por ChavesRunningTeam às 08:58
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014

João Oliveira - Chegada ao aeroporto 02/02/2014













publicado por ChavesRunningTeam às 13:53
link do post | comentar | favorito

João Oliveira terminou ultramaratona TransOmania 300km em 1º lugar

O ultramaratonista português João Oliveira garantiu este domingo que obteve o primeiro lugar na TransOmania, prova de 300 quilómetros disputada em Omã.

 À chegada ao aeroporto Sá Carneiro, no Porto, o corredor natural de Chaves, de 35 anos, afirmou ter cruzado a meta lado a lado com o sueco Johan Steene, que segundo o sítio na Internet da organização chegou dois segundos antes, após uma prova de durou mais de 59 horas a percorrer.   
   
    João Oliveira afirmou que, no final da prova, foi consagrado juntamente com Steene no primeiro lugar do pódio, garantindo que a diferença do tempo de dois segundos divulgada se deve a um erro de cronometragem.   
   
    O ultramaratonista luso explicou, ainda, que só não chegou isolado à meta porque não tinha GPS e, para não se perder, teve de esperar pelo corredor nórdico, uma vez que os camelos do deserto do Omã comeram as placas de sinalização da prova, deixando o atleta português sem hipóteses de se orientar sozinho.  
   
    "Os camelos foram comendo as placas e como não tinha GPS para me orientar tive de abandonar o primeiro lugar e esperar pelo sueco. Nos últimos 100 quilómetros corremos sempre juntos e, inclusive, tive de parar para o ajudar com as caibras, fazendo-lhe massagens nas pernas para ele poder continuar", recordou João Oliveira.   
   
    O atleta flaviense, que tinha algumas dezenas de amigos e familiares à sua espera, sublinhou a dureza da prova no deserto e nas montanhas de Omã.   
   
    "As partes mais duras foram os 170 quilómetros em dunas e os 64 quilómetros em montanha. Apanhei temperaturas de 35 graus celsius e quando corria nas dunas precisava de 1:15 horas para fazer 5 quilómetros", explicou.   
   
    Como reconhecimento pelo feito conseguido, o corredor português recebeu, além de uma medalha, uma peça de artesanato de Omã, mas não a conseguiu trazer para Portugal.   
   
    "Um dos prémios era um símbolo do país, que é uma espada que vinha encaixilhada.  Mas como não queria partir o vidro, trouxe-a como bagagem de mão e, no aeroporto, não me deixaram embarcar com ela. Teve de ficar lá", lamentou.   
   
    João Oliveira sublinhou que não tem qualquer apoio federativo ou de  patrocinadores para representar Portugal neste tipo provas, consideradas as mais difíceis do Mundo.   
   
    "Já venci algumas provas como esta e sempre sem apoios. A Federação  Portuguesa de Atletismo não apoia e os patrocinadores também não. Enviei  
vários pedidos e não me responderam e os que responderam disseram-me que  não tinha verbas", concluiu.  

 

https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/t1/s403x403/1621771_764015206960117_1494427569_n.jpg

 

 

 

publicado por ChavesRunningTeam às 10:50
link do post | comentar | favorito
Sábado, 28 de Setembro de 2013

SPARTATHLON - JOAO OLIVEIRA - 1º LUGAR

 

!VALE A PENA O SACRIFICIO!


 

 

 

É COM TODO O ORGULHO QUE COMUNICAMOS QUE O NOSSO ATLETA JOÃO OLIVEIRA FOI O GRANDE VENCEDOR DE SPARTATHLON, UMA DAS PROVAS MAIS DURAS DE 246KM.

ACABOU A PROVA EM 23H29M, EXCELENTE!

 

"João Oliveira um campeão, um Homem com garra e elevada determinação, mais um troféu para Portugal vindo do desporto amador que apesar de não ter apoios eleva o nome e a Bandeira de Portugal no mundo."

 

"Mais uma conquista de grande prestígio internacional de um atleta português!!! Espero que tenhas o reconhecimento que mereces, foste enorme!!! Perseguiste o teu sonho e ele realizou-se!!! Obrigado por elevares bem alto as cores da Nossa bandeira, es um orgulho para todos nós!!!"




http://youtu.be/txQIMGwMrao

 













PARABÉNS CAMPEÃO!






publicado por ChavesRunningTeam às 09:43
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

Spartathlon 2013 - 246 Km

 

 

 

 

 

 

Começou hoje, dia 27 de Setembro de 2013, SPARTATHLON.

É uma corrida de ultra- distância histórica que ocorre em setembro de cada ano , na Grécia. É uma das corridas de ultra- distância mais difícil e gratificante do mundo por causa de sua história única e pano de fundo as belas vistas.
Este ano contamos com a participação de 5 Portugueses, um dos quais o nosso magnifico e imparável flaviense João Oliveira.

 

 

 

 

Neste momento 13:10h Portugal, checkpoint 26 João Oliveira encontra-se na 3ª posição, aguardamos que assim continues até à final...

 

Para quem desejar acompanhar em direto a passagem pelos checkpoints, basta entrar no seguinte link:

 

http://www.spartathlon.gr/participants.html

 

selecionar o checkpoint que pretende ver e colocar o nº de atleta, neste caso o do Oliveira é o 49.

 

BOA SORTE PARA TODOS, EM ESPECIAL AOS PORTUGUESES E AO NOSSO JOÃO OLIVEIRA.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por ChavesRunningTeam às 12:49
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 13 de Agosto de 2013

V TRAIL NOCTURNO LAGOA DE ÓBIDOS

O atleta flaviense, João Oliveira, arrecadou o segundo lugar na geral e o primeiro lugar no seu escalão na quinta edição de ultramaratonismo, com 50 quilómetros de estrada sem parar, que decorreu no dia 3 de Agosto na vila de Óbidos, no distrito de Leiria.




Fotos aos 30Km:









https://www.dropbox.com/s/1p5ywyhfp0ipe3m/ClassifGeral_UTNLO.pdf



O V Trail Nocturno da Lagoa de Óbidos, nome atribuído à quinta edição de ultramaratonismo, é uma prova com um percurso de 50 quilómetros onde a resistência dos atletas é constantemente posta à prova. A correr pelo clube Chaves Running Team, João Oliveira foi confrontado com diversos tipos de terreno: umas vezes de montanha, outras de estrada, trilhos de terra solta e outros ainda de pinhais de areia. Para João Oliveira os “nove quilómetros percorridos na areia e nas dunas foram sem dúvida os mais difíceis da prova”.

O atleta flaviense aproveitou esta prova de ultramaratonismo na Lagoa de Óbidos como um pretexto para se preparar fisicamente para a mais dura ultramaratona do mundo que se vai realizar em Atenas, na Grécia. Desde o início de Maio deste ano que João Oliveira ambiciona participar na tão disputada maratona de 246 quilómetros de distância entre Atenas e Esparta.

Já em 2010 o atleta alcançou a quarta posição da geral na mesma prova na Grécia, realizando o tempo de 27 horas e 21 minutos para percorrer os 246 quilómetros. Porém, em 2011 João Oliveira não teve a mesma sorte e por azar do destino foi obrigado a desistir dos primeiros lugares do pódio da competição em sequência de um deslizamento muscular, acabando em 33º lugar nesse ano. No dia 10 de Setembro, altura em que se realiza a prova de 246 quilómetros, o ultramaratonista parte para a Grécia com a esperança de poder igualar ou melhorar o quarto lugar obtido em 2010.

Em 11 de Maio de 2013, o desportista João Oliveira participou nos 101quilómetros da Maratona de Ronda (sul de Espanha) e no dia 18 de Maio do mesmo ano classificou-se em quarto lugar na geral num percurso de 100 quilómetros em Portalegre. João Oliveira participou ainda, em 2013, na prova titulada de VI ultra trail Geira via nova romana ficando em 24º lugar, num percurso com a distância de 52 quilómetros. Esta classificação deve-se ao facto de num total de sete dias consecutivos o ultramaratonista ter feito 345 quilómetros entre treinos e competições.

João Oliveira, 36 anos, pratica atletismo desde os tempos de escola e foi na Maratona de Lisboa que competiu pela primeira vez. Desde então já participou em várias provas, nomeadamente, na Maratona de Ronda (Sul de Espanha), de 101 quilómetros, e incentivado pelo atleta portuense Fernando Santos aceitou pela primeira vez aquele que considera ser o maior desafio da sua carreira, a prova de Spartathlon onde os atletas correm numa só etapa de 36 horas, 246 quilómetros entre Atenas e Esparta.

 

 


publicado por ChavesRunningTeam às 15:39
link do post | comentar | favorito
Domingo, 23 de Junho de 2013

X Carreira Nocturna de Celanova

Ontem realizou-se mais uma bela prova na nossa visinha Espanha.

Uma das mais belas corridas nortunas - em Celanova.

 

 

 

 

 

 

 

RESULTADOS: http://www.championchipnorte.com/resultados-externos/tiempos/id/388?c=PROBA%20ABSOLUTA.%20DISTANCIA:%207800%20M

 

 

 

 Fotos: https://plus.google.com/photos/112791761760614773609/albums/5892437775368081553

 

 

https://picasaweb.google.com/108260314713087657133/Celanova1raSubida?authkey=Gv1sRgCNulxJn7jsfZdg

 

 

https://picasaweb.google.com/108260314713087657133/Celanova2daSubida?authkey=Gv1sRgCNjJiOXSj-m-pwE#

 

 

 

 

 

publicado por ChavesRunningTeam às 14:00
link do post | comentar | favorito
Domingo, 12 de Maio de 2013

I Duatlo BTT Cidade de Chaves

 

 

 

 

Fotos: http://fotos.sapo.pt/fatimadias/albuns/?aid=33




Classificações: http://federacao-triatlo.pt/gestao/adm/provas/661/resultados/ABSOLUTA.pdf




 

 




publicado por ChavesRunningTeam às 18:32
link do post | comentar | favorito

.Perfil

.Sobre nós

O Chaves Running Team, é uma equipa de atletismo que teve origem na cidade de Chaves. É um grupo de atletas amadores que têm amor ao desporto fundamentalmente à corrida em todas as suas formas, quer estrada, montanha, ultramaratonas...

.Fevereiro 2014

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
25
26
27
28

.posts recentes

. 30ª Maratón de Sevilla - ...

. “O meu objectivo é chegar...

. Regresso de João Oliveira...

. João Oliveira - Chegada a...

. João Oliveira terminou ul...

. SPARTATHLON - JOAO OLIVEI...

. Spartathlon 2013 - 246 Km

. V TRAIL NOCTURNO LAGOA DE...

. X Carreira Nocturna de Ce...

. I Duatlo BTT Cidade de Ch...

.arquivos

. Fevereiro 2014

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Janeiro 2013

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Setembro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

.tags

. todas as tags

.pesquisar

 

contador
Flag Counter
blogs SAPO

.subscrever feeds